ComunicaçãoMordidas: como lidar com elas?

20 de junho de 2016

Nada mais corriqueiro no cotidiano das creches do que uma criança tascar uma mordida em outra. O coleguinha de classe não quis dividir o brinquedo? Mordida nele. A mãe está grávida de um irmãozinho? Outra mordida. Ninguém dá a atenção exigida? Nhac! Mais do que uma reação de raiva, as mordidas dadas pelas crianças pequenas,...

Nada mais corriqueiro no cotidiano das creches do que uma criança tascar uma mordida em outra. O coleguinha de classe não quis dividir o brinquedo? Mordida nele. A mãe está grávida de um irmãozinho? Outra mordida. Ninguém dá a atenção exigida? Nhac!

Mais do que uma reação de raiva, as mordidas dadas pelas crianças pequenas, com até 2 ou 3 anos de idade, são uma forma de comunicação e de expressão de sentimentos. Nessa primeira etapa da vida, a criança ainda não domina a linguagem e essas ocorrências são naturais, o que não exime a escola de fazer de tudo para que não se repitam.

Ainda que desprovida de má intenção, a mordida é uma agressão, provoca dor e deixa marca. Por isso, precisa ser combatida. O primeiro passo é identificar as situações em que acontece. Ela pode significar muitas coisas: disputa por brinquedo, irritabilidade, tédio e até um meio de chamar a atenção, entre outros motivos.

Para conversar sobre as mordidas na Educação Infantil, o psicólogo e sexólogo Carlos Boechat Filho vai estar na Upuerê na próxima quarta-feira (22), a partir das 18 horas.

Serviço:

Data: 22/06/2016

Horário: 18 às 19 horas

Local: Auditório Apoena, Upuerê

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